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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Nestas últimas duas aulas têm decorrido várias experiências no âmbito do nosso projecto. Procedemos à construção de várias réplicas do nosso balão final mas estas experiências não têm tido os resultados esperados com vários problemas não só no corte do papel mas também na própria ascensão dos experimentos.
Esperamos que nas próximas tentativas consigamos ter os resultados previstos.

João Pinheiro

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011


Na aula de hoje fizemos mais um balão de ar quente em pequenas dimensões, mas ao experimentamos a introduzir ar quente no seu interior através de uma chama, o envelope do qual era feito o balão entrou em combustão, pelo que chegamos rapidamente à conclusão que este não poderia ser o material correcto que deveremos usar no nosso projecto.
Também estudamos o comportamento de outros materiais que tínhamos em mente a usar para o envelope do nosso balão, e também sem sucesso, pois todos apresentavam comportamento de pré-combustão perante temperaturas elevadas.
Existem mais ideias que iremos por em prática para ultrapassar este obstáculo.

Afonso Rodrigues


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Peso do balão

Um balão médio, quando aquecido, possui um volume de 5.000 m3 (volume V) e consegue levantar uma carga bruta cerca de 1.300 kg. Nestas condições, o peso do balão é toda a massa que ele carrega (a carga bruta mais a massa de ar que está no seu interior) multiplicada pela aceleração da gravidade: Pbalão = (Mbruta+Mar)·g.

Como foi visto no Princípio de Arquimedes, a massa do ar é o produto de sua densidade pelo volume que ele ocupa:

Mar = dar·V.

O problema é encontrar a densidade do ar, já que ela depende da temperatura e da pressão.